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Uma geração perdida

21/10/2010
by

 

Maio de 68. Manifestação rm Paris.

O «Maio de 68» foi uma das maiores idiotices que a Europa viveu, em 2000 anos, pelo menos.

O próprio lema histórico do movimento, é a maior demonstração do que digo:

– «É proibido, proibir…!»

De que se falará?

De homicídio…?
De tráfico de droga…?
De pedofília…?
De roubo…?
De furto…?
De violação…?
De guerra…?
De morte…?

Enfim, uma geração perdida, que não só se perdeu a ela, mas que liquidou as esperanças das que a sucederam, como a minha!

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2 comentários leave one →
  1. O Bastonário da Ordem dos Otários Portugueses permalink
    22/10/2010 9:32

    Subscrevo o post!

    Mas hoje verifico que a maior idiotice que a Europa e o mundo viveram, em 2000 anos, foi outro dia de Maio, designadamente o 5 de Maio de 1789…em França.
    As péssimas ondas daquele dia foram devastadoras, e ainda hoje se fazem sentir. Foi o ponto alto dos aventais…

    Parabéns pelo blogue!

  2. ALS permalink
    22/10/2010 13:41

    Bastonário:

    Penso que se está a referir à abertura dos «Estados Gerais» em França.

    Devo dizer, com todo respeito, que penso, precisamente, o contrário.

    O grande problema foi que os «Estados Gerais», já não se reuniam desde 1614, era Rei de França Luís XIII. O absolutismo passou a dominar, de maneira opressiva.

    Se, como aconteceu em Inglaterra com o Parlamento, esta velha instituição tradicional francesa, onde as várias ordens sociais erguiam a sua voz para manifestar as suas aspirações, se tivesse adaptado às novas circunstâncias históricas, talvez não tivesse havido necessidade de se dar uma revolução, no dia 14 de Julho.

    Infelizmente, a Portugal sucedeu fenómeno semelhante ao de França. Quando se dá a revolução de 24 de Agosto de 1820, as nossas Cortes já não se reuniam desde 1698…!

    O nosso caso talvez seja ainda pior; visto ter-se substituído durante todo o século XVIII, por óbvia influência francesa, a nossa velha «Constituição Tradicional» – restaurada em 1640, com Rei e Cortes Gerais, regularmente reunidas -, por um sistema macrocéfalo dos Poderes Reais, que nada tinha a ver connosco e que apenas serviu, por paradoxo, para enfraquecer a Monarquia.

    Cumprimentos amigos: António Lemos Soares

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