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07/09/2010
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Antigo cartaz do PSD.
Tenho uma característica muito negativa que me arrepia: tenho imensa dificuldade em mudar.

Não mudo, porque me lembro.

Lembro-me, por exemplo,  do ano de 1985 e do que a “Nova Esperança” representou no PSD:

Da oposição sistemática e contínua que teceu com brilhantismo durante dois anos, ao governo de «Bloco Central», de Mota Pinto e de Mário Soares;

Do apoio pragmático e em «estado de necessidade desculpante», dado a Cavaco Silva no Congresso da Figueira da Foz, de 1985, apenas e só, para continuar a fazer frente à mesma coligação contra-natura, que nos governava desde 1983;

Da vitória, contra todos os prognósticos, do corajoso Cavaco Silva, nas legislativas, que muito se ficou a dever ao trabalho ideológico dos jovens do PSD, liderados pelo genial Marcelo Rebelo de Sousa e por mais alguns militantes, de muito menos valia, como se confirmou depois.

Sei bem que, em 25 anos de Política, tudo muda.

Tudo terá mudado… Menos eu!

Continuo a pensar que o melhor líder para o PSD e para Portugal, é mesmo Marcelo Rebelo de Sousa. Mas, como é óbvio, refiro-me ao inconformado Professor da “Nova Esperança”; nunca ao analista político da «Universidade de Verão» da JSD, das últimas semanas.

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