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E julgareis qual é mais excelente, se ser do mundo rei se de tal gente

02/08/2010
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Em cima o famoso barco de papel «autonomia», existente no museu de Angra do Heroísmo.

Barco a remos, construído com madeira, tela e papel de jornal.

Com ele,  Francisco Moniz Barreto Corte Real realizou uma extraordinária viagem – é quase inacreditável pensar como foi possível! – desde a Terceira até São Miguel.

Fê-lo para festejar a merecida autonomia açoriana concedida em 2 de Março de 1895,  por um governo regenerador do micaelense Ernesto Rodolfo  Hintze Ribeiro.

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4 comentários leave one →
  1. macbajul permalink
    03/08/2010 2:10

    ESTE POVO NÃO MERECE UMA AUTONOMIA CASTRADA
    MAS SIM PROGRESSIVA ATÉ AO INFINITO.
    E NÃO VENHAM COM “ISTÓRIAS” DE “L’ARGENT” QUE NOS MANDAM.
    PORQUE SEGUNDO UM ILUSTRE CAUSÍDICO MUITO COTADO NESTA PRAÇA DIZIA:
    FOI-NOS TIRADO DURANTE 450 ANOS MUITO MAIS, PARA ALÉM DAS CONTRAPARTIDAS DA BASE DAS LAGES EM MATERIAL BÉLICO E NÃO SÓ.
    HAJA SAUDE

  2. PPA permalink
    03/08/2010 9:19

    Dos melhores posts que vi neste blogue!

    Uma história que tudo poderia levar a crer ser surreal…mas que foi real! Só neste povo fantástico, rodeado de mar por todos os lados, é que poderiam acontecer fenómenos desta originalidade e invenção. Não conhecia a história. Fiquei a conhecer face à investigação de um tabuacense de dimensão maior ao comum dos portugueses que se acham como tal!

    Esta foi uma “epopeia” resultado de uma fortíssima convicção na Autonomia Açoriana, e compreendida pela Monarquia Constitucional, cujo respeito pelos açorianos sempre foi de uma dimensão tão elevada como até hoje nunca mais conhecemos.

    Viva a Tabuaço, viva aos Açores, viva à Monarquia Constitucional e Democrática!

    Forte abraço!

  3. ALS permalink
    03/08/2010 11:50

    Meu caro PPA:

    Corroboro todos os entusiásticos «Vivas» proferidos.

    Os elogios ao tabuacense que aqui escreve, padecem de um habitual exagero. Apenas explicável, no entanto, pelos muitos anos de amizade recíproca, que felizmente conservamos.

    Devo dizer que, quanto à história do «Barco de papel», não realizei qualquer investigação.

    Tratou-se apenas de uma curiosidade, que pensei ser muito conhecida nos Açores.

    Abraço amigo e solidário para ti e para o admirável Povo açoriano, que sei bem que tanto consideras e muito amas: ALS.

  4. PPA permalink
    04/08/2010 10:27

    Foi feito o (mais que devido) reencaminhamento para o Incúria!

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