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Andou próximo de um Rei…

07/03/2010

Quando me refiro a andar próximo de um Rei, aludo ao melhor que um chefe de Estado pode significar para a boa gestão de um país. Apartidário, neutro, com uma visão plural e estruturada de Portugal e dos portugueses, fazendo uso da sua história como mapa para um melhor futuro, profundo sentido de Estado, etc.

Neste contexto, Cavaco Silva proferiu, a meu ver, as melhores declarações do mandato quando afirmou isto:

«Não é o comboio de alta velocidade que vai determinar a posição de Portugal no Mundo. O Presidente da República concorda que chegar mais cedo a Barcelona ou a Madrid pode ter algum efeito, mas adianta que não é determinante. Cavaco Silva lembra as ligações marítimas para dizer que Portugal é uma porta para África e América.»

Pela primeira vez, derivado destas declarações, imaginei e senti com era quando Portugal tinha um Rei constitucional como Chefe de Estado. Pena é que essa “mundividência”, pela forma como chegam ao poder, não seja nem pode ser a regra nos PR’s, reflectindo, com clareza, a diferença dos 800 anos de grandeza e os 100 de tristeza…

Post Scriptum – Mas quando o Continente e, sobretudo, os Açores, vão perceber que a resposta para o progresso encontra-se no Mar. Ainda somos grandes pelo Mar. Será que, em termos de impulso, só D. João I entendeu isso…?

Fonte –  RTP

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