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Salazar: o maior republicano Português dos últimos 100 anos!

03/03/2010
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Se Portugal não restaurou a Monarquia, a Salazar o deve. 

É verdade que Salazar nunca se afirmou republicano ou monárquico e que, por vezes, pareceu dar sinais ao País, que, mais cedo ou mais tarde, a Monarquia seria o natural desfecho do seu anafado regime. No entanto, os factos falam por si.

Não entendo, portanto, porque é que as Comemorações do Centenário da República, não prestam ao antigo Ditador, a sentida e sincera homenagem, que a sua causa lhe deveria merecer, até à eternidade… 

«Oliveira Salazar conseguiu alimentar durante muito tempo a lenda dos seus sentimentos monárquicos. O conhecimento que hoje temos dos seus “escritos de juventude”,[2] a observação cuidada dos acontecimentos políticos da época e o conteúdo da correspondência entre Salazar e Caetano, revelam que o seu alegado “monarquismo” se inseriu num habilidoso jogo político através do qual Salazar conseguiu obter o apoio de alguns monárquicos para sustentar o seu “Estado Novo”.[3]

O seu antimonarquismo começou a revelar-se dentro do Centro Católico, quando, no seu Congresso de 1922, vinga a tese de Salazar de que o Centro deveria aceitar o regime republicano “sem pensamento reservado”. Monárquicos católicos, com destaque, entre outros, para Fernando de Sousa (Nemo), Alberto Pinheiro Torres, Pacheco de Amorim, abandonaram então o Centro Católico.

Ao chegar ao poder, no discurso que proferiu em 9 de Junho de 1928, a solução do “problema político” do regime (Monarquia ou República) surgia ainda em último lugar nas suas prioridades. Uma resolução tomada dois anos depois, porém, revelava a grande distância que ia entre as suas palavras e os seus actos. Após a falhada Monarquia do Norte, em 1919, umas centenas de oficiais do exército foram afastados do serviço ou demitidos, quando dominava a cena política o Partido Democrático de Afonso Costa. Mais tarde, o governo de António Maria da Silva, para amainar os ânimos já muito exaltados contra a 1ª República, apresentou no Parlamento e no Senado um projecto visando a reintegração no serviço activo daqueles oficiais. O golpe militar de 28 de Maio de 1926 interrompeu o processo, mas, em 1930, o tenente-coronel Adriano Strecht de Vasconcelos apresentou ao presidente Carmona um documento intitulado “A Situação Jurídica dos militares afastados do serviço do Exército em 1919”, pedindo justiça. Oliveira Salazar reagiu impedindo a reintegração daqueles oficiais monárquicos.

Na sequência da morte de D. Manuel II, em 2 de Julho de 1932, a ilusão do “monarquismo” de Salazar caiu por completo quando o seu Governo se apropriou dos bens da Casa de Bragança instituindo a Fundação da Casa de Bragança. A derradeira prova de que Salazar não queria a Monarquia deu-se em 1951 no Congresso da União Nacional, em Coimbra. Em discurso encomendado por Salazar, Marcello Caetano vem a travar naquele congresso as teses da Restauração da Monarquia».

Fonte: Wikipédia. A enciclopédia livre.

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3 comentários leave one →
  1. Tenente Figueira permalink
    03/03/2010 15:37

    Aproveitando as comemorações dos 100 anos desta república que nos foi impingida, deviam usar a ocasião e, com os milhões que estão a gastar nestas festas, erguer uma estátua, em bronze, ao mais ilustre responsável pela manutenção do republicanismo: Salazar. Devia ser um monumento com a envergadura da 1.ª ponte sobre o Tejo, uma vez que lhe tiraram o nome…

    Os republicanos portugueses que dêem vivas a Salazar, o maior republicano de todos os tempos, a quem a republica tanto deve!

    • jrocha permalink
      28/06/2016 15:32

      Os portugueses, tal e qual aconteceu com a primeira eleição democrática relizada em todo o mundo, no ano 33 da hera de Cristo, quando Pilatos deu a palavra ao povo, para escolher quem devia ser condenado à morte, entre o ladrão Bararbás e Jesus Cristo o Salavador que só tinha feito bem à humanidade, quem é que o povo Escolheu? O povo escolheu Jesus para ser condenado à morte, e Barrabás para continuar vivo a praticar os seus crimes como sempre tinha feito. Há melhor comparação que esta para justificar o que o povo Português aprendeu a escolher? O povo Português segue exactamente o mesmo raciocinio que havia no ano 33 da hera de Cristo. O Povo Português escolhe a incompetência a desonestidade e os mentirosos para serem governados por eles. E diz mal de quem lhe deu um nome digno de respeito ao Portugal de Salazar que era respeitado em todo o mundo, deu Paz, trabalho, e o mínimo que já não tinham para sobreviver. Este é o retrato mais puro dos portugueses que premeiam os bandidos, e condenam os honestos e competentes. É o Povo que temos, e por isso somos o que somos.

  2. Kolchak permalink
    03/03/2010 16:06

    Apoiadíssimo!

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