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Excelente ideia! O Sr. D. Afonso Henriques fundador de uma Nova Europa

25/02/2010
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 O Sr. Professor Doutor Francisco Pacheco Andrade teve esta excelente ideia! 

Francisco Carneiro Pacheco Andrade Nome: PROJECTO AFONSO HENRIQUES PARA A EUROPA ( PAHE ) Categoria: Interesse geral – Crenças e causas Descrição: Declaração de Princípios: Considerando a factualidade de um processo de globalização que, inexoravelmente, nos convoca à constituição de grandes espaços de cooperação económica e de integração política, de índole supra-nacional ; Considerando a vontade dos Povos da Europa em prosseguirem, em conjunto, um vasto e aprofundado projecto de integração económica e política — hoje já consubstanciado na União Europeia e na existência de uma moeda comum, o “Euro” — que possa assegurar a manutenção do clima de paz que se tem vivido no nosso Continente durante as últimas décadas e, ao mesmo tempo, permita o desenvolvimento sustentável e solidário das economias europeias, enquanto factor de prosperidade e bem-estar para as populações; Considerando a enorme riqueza histórico-cultural do espaço europeu, berço de línguas, pátrias e civilização; Considerando a necessidade de preservação das diferentes tradições histórico-culturais, herança e património acumulados ao longo dos séculos pelos Povos da Europa; Considerando a necessidade de preservação da enorme diversidade linguística da Europa, riqueza cultural insubstituível e que permitiu, ao longo dos séculos, a afirmação plena de uma civilização europeia de dimensão plural; Considerando a necessidade de preservar a identidade própria de cada um dos povos da Europa, determinada em boa medida por características físicas e climatéricas dos vários territórios e pelas diferentes formas de adaptação de cada Povo ao solo e ao clima, mas também pela História e pelos constantes contactos entre Povos de diferentes proveniências, línguas e culturas; Considerando a necessidade de assegurar que o acima referido processo de globalização não abafe nem atrofie, antes faça realçar, tal riqueza e diversidade histórico-cultural; Considerando a necessidade de afirmação da “Grande Família Europeia” – realidade indesmentível no sentido literal do termo – e de a divulgar e de a fazer sentir a todos e a cada um de nós, de modo a que cada cidadão possa interiorizar que efectivamente é membro de uma grande família comum; Considerando os enormes desafios colocados ao Homem neste início de século novo e a necessidade de aliar ao progresso tecnológico e económico um desenvolvimento, cultural e social, que permita a afirmação plena de todos e de cada um dos cidadãos; Considerando a importância de um debate político constante e aprofundado, que possa livremente desenvolver-se fora dos estreitos limites da política partidária e/ou eleitoral; Considerando a importancia da contribuição de cada indivíduo, de cada grupo, de cada Povo, para a construção de uma Europa verdadeiramente unida; Considerando a necessidade de construir uma nova Europa, enquanto projecto de futuro, que mantenha sempre bem viva as tradições e a herança histórico-cultural de todos e de cada um dos seus Povos; Entende-se que é chegado o momento de propor um projecto verdadeiramente alternativo, não em termos de política partidária nem com intuitos eleitorais, mas com o único objectivo de promover o debate e apresentar propostas sobre algumas das questões de fundo que se colocam relativamente ao futuro que queremos construir em conjunto. Para esse esforço de reflexão entende-se útil fazer referência a uma personalidade marcante da história europeia, a qual, num valoroso esforço fundador, soube afirmar a soberania e identidade de um pequeno Estado e de seu Povo, constituindo uma das primeiras nacionalidades europeias e projectando-a para um futuro de expansão e de abertura ao mundo. Afirmamos portanto, desde já, a nossa intenção de adoptar, como primeira referência num futuro esforço de refundação da Europa, o nome de Afonso Henriques: porque teve o cognome de o “Fundador”, porque foi o primeiro Rei de uma pequena Nação Europeia ( e, na nova Europa que ambicionámos construir, todas as nações, grandes ou pequenas, deverão ser igualmente consideradas em dignidade e direitos), porque acabou por se tornar antepassado directo de todos os actuais Reis ou Pretendentes ao Trono das várias Casas Reais e Imperiais da Europa e, consequentemente, antepassado directo de grande parte dos cidadãos europeus e, finalmente, porque o seu nome, ligado a um pequeno país e distanciado de quaisquer ambições hegemónicas na Europa, que nunca teve nem poderia ter tido, acaba por representar, a nosso ver, um consenso possível entre os Cidadãos da Europa, seus descendentes de “sangue” e de “espírito”. E é olhando para esse ilustre antepassado de um pequeno Estado da União Europeia, cujo sangue corre hoje nas veias de muitos de nós, que entendemos apelar aos cidadãos da Europa para que colaborem na concretização de um enorme espaço de participação, debate e apresentação de propostas, aberto a todos os cidadãos de todos os países da União Europeia, tendo em vista o futuro comum a construir. Razão pela qual se convidam todos os cidadãos da União Europeia a juntar a sua voz e as suas ideias ao Projecto Afonso Henriques para a Europa, adiante designado “Projecto PAHE” . Constituem ponto fundamental e fundador deste Projecto a aderência ao conceito de “Grande Família Europeia”, conceito assente em indissolúveis laços de sangue e de cultura que vêm unindo, desde há séculos, os cidadãos da Europa. Constitui ponto fundamental deste Projecto a ideia – indesmentível e inquestionável — de que a base essencial e face vísivel e comprovativa dessa “Grande Família Europeia” é constituída afinal pelas Casas Reais e Imperiais da Europa – unidas desde tempos imemoriais por fortíssimos e sempre reforçados laços de parentesco — as quais, ao longo dos séculos, participaram de modo decisivo na construção da Europa e se foram constituindo depositárias dos valores e tradições de cada Povo. Constituem ponto fundamental deste Projecto as ideias de que os Povos e os Reis da Europa estão unidos por verdadeiros laços de sangue e parentesco e de que todos os cidadãos da Europa descendem, de modo mais ou menos remoto, de monarcas europeus. Constitui ponto fundamental deste projecto a ideia de recuperação e divulgação de todo o valiosíssimo património histórico cultural dos vários povos da Europa. Constitui ponto fundamental deste projecto a ideia de que a União Europeia haverá de promever afinal a diversidade cultural e linguística dos povos da Europa. Constitui ponto fundamental deste projecto a não interferência na vontade dos Povos em se organizarem politicamente como “monarquias” ou “repúblicas”. O Projecto Afonso Henriques para a Europa não se destina a promover a ideia de “monarquia” nem a ideia de “república”, nem se destina a derrubar “republicas” ou “monarquias”. O Projecto PAHE acolherá de bom grado toda a colaboração de monárquicos e de republicanos que se revejam nos seus princípios. Constituirá assim objecto deste “Projecto PAHE” : A apresentação e desenvolvimento de propostas que visem uma real concertação de objectivos entre todos os cidadãos da Europa, no sentido de um aprofundamento plausível de um ideal europeu que possa ser sentido como de todos, independentemente da nacionalidade ou filiação partidária de cada um. A apresentação de propostas que visem uma real concertação de esforços entre as facções “monárquicas” ou “republicanas” da Europa, e a reconciliação dos Povos com os Monarcas, na certeza de que cada cidadão também descende de Reis, pelo que, para além de quaisquer laços afectivos que se possam estabelecer entre os cidadãos e os Monarcas, existem entre uns e outros verdadeiros laços de sangue. O desenvolvimento e apresentação aos cidadãos de uma nova proposta de projecto europeu, assente numa real participação de todos na “Grande Família Europeia”, representada de modo visível pelos representantes das Casas Reais e Imperiais da Europa. A elaboração e apresentação de propostas tendentes a uma reforma institucional da União Europeia que contemple a existência de uma “Câmara dos Soberanos” que integre, vitaliciamente e por direito próprio, os Chefes das Casas Reais e Imperiais da Europa, a saber: Casa Imperial da Alemanha Casa Imperial da Aústria Casa Real da Bélgica Casa Real da Bulgária Casa Real da Dinamarca Casa Real de Espanha Casa Real de França Casa Imperial de França Casa Real da Grécia Casa Real da Holanda Casa Real Italiana Grão Ducado do Luxemburgo Casa Real de Portugal Casa Real do Reino Unido Casa Real da Roménia Casa Real da Suécia A elaboração e apresentação de propostas tendentes a conferir à dita “Câmara dos Soberanos” poderes de representação suprema da União, absolutamente supra partidária e nos termos em que tal se pratica nas Monarquias Constitucionais, em regime de rotatividade entre todos os seus membros, sempre sem prejuízo da restante configuração institucional que os Povos da Europa venham a adoptar para a sua União e das legítimas competências dos órgãos da União, bem como da legitimidade e competências dos representantes dos Povos e dos Estados, eleitos ou designados em função das regras próprias dos regimes democráticos constituídos em Estados de Direito. A elaboração e apresentação de propostas tendentes a conferir à dita “Câmara dos Soberanos” o poder de apresentar propostas e de ser meramente consultada a respeito de questões relativas às políticas de educação, cultural, línguística, do património e ambiental, bem como relativamente às questões consideradas por cada executivo nacional como sensíveis do ponto de vista da preservação da identidade cultural de cada Povo da União. A promoção da cidade de Guimarães, enquanto cidade património mundial e berço de um pequeno estado da União Europeia, como símbolo da Refundação Europeia, como cidade-mãe de todos os actuais representantes das Famílias Reais e Imperiais da Europa, como cidade-mãe de uma grande parte da população europeia. A realização de estudos, debates, conferências e visitas de estudo de índole histórica e cultural que possam proporcionar aos cidadãos um melhor conhecimento da história, das tradições, das artes e das literaturas dos vários povos da Europa. A promoção e divulgação de estudos genealógicos que possam incutir nos cidadãos o sentimento de pertença a uma grande família europeia. A realização de debates versando sobre as grandes dificuldades da realização de uma Europa unida, nomeadamente no que se refere aos obstáculos de índole económica, linguística e política. Neste ponto deverá assumir particular relevo a realização de um grande debate público sobre a questão “linguística” na Europa – como conciliar a actual tendência para a realização de uma certa “unidade linguística”, (e a necessidade prática da mesma para permitir que os cidadãos e agentes económicos facilmente se entendam e estabeleçam contactos), com a imperiosa necessidade de preservar a diversidade e riqueza linguística da Europa ? A realização de cursos de línguas, que possibilitem aos cidadãos a aprendizagem de outros idiomas europeus e que promovam a diversidade cultural na Europa. A realização de conferências, debates e outros eventos que possam contribuir para divulgar e fazer compreender aos Povos e Governantes da Europa as especifidades próprias e as dificuldades relativas à política externa da União, decorrentes da necessidade de afirmação de alguns dos Estados Membros em espaços linguísticos mais alargados. Pretende-se conscientizar Governos e Cidadãos de que a União deverá necessariamente integrar, de modo efectivo e inequívoco, nos objectivos da sua política externa os do desenvolvimento das políticas de cooperação com os Países integrantes da Commonwealth, Francophonie, Hispanidad, e Lusofonia ( particularmente com aqueles que de modo evidente mantém também estreitíssimas ligações de sangue e de cultura com a “Grande Família Europeia”), e os do desenvolvimento de políticas linguísticas que promovam a utilização do Inglês, do Francês, do Castelhano e do Português como grandes línguas europeias de comunicação intercontinental. O Projecto PAHE não poderá em caso algum ser utilizado para outros objectivos que não os constantes desta Declaração de Princípios. O Projecto PAHE não poderá em caso algum constituir-se em partido político nem concorrer a eleições, nem isoladamente nem integrado em qualquer coligação. O que não impedirá, obviamente, os associados deste Projecto, de terem militância política activa, no exercício dos seus direitos individuais, de acordo com as ideias que cada um entenda professar. O Projecto PAHE, enquanto entidade que visa promover uma nova ideia de Europa, pautará toda a sua actuação única e exclusivamente tendo em vista este seu objectivo. O Projecto PAHE nunca se pronunciará a favor da instauração da monarquia, ou da instauração da república, em qualquer estado da União.

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3 comentários leave one →
  1. Tenente Figueira permalink
    25/02/2010 16:44

    Epá, eu gosto da ideia mas é muuuuuuuuuuuuito à frente! A “malta” não acompanha…

  2. Kolchak permalink
    25/02/2010 17:44

    Tenente Figueira:

    Acredite que, se na Europa houvesse mais monarquias, essa coisa da «construção europeia», seria muito mais fácil e bastante mais humana.

  3. Tenente Figueira permalink
    25/02/2010 21:34

    Creia que eu acredito.

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